Atualmente, no Brasil o endividamento atinge 81,6% das famílias brasileiras, segundo os dados mais recentes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Isso representa aproximadamente 81,7 milhões de pessoas inadimplentes no país, conforme o Mapa da Inadimplência da Serasa. 29,7% dessas famílias estão com dívidas em atraso.

A cada 10 famílias 8 tem algum tipo de dívida: cartão de crédito, limite de cheque especial, empréstimos, consignados, entre outros.
As famílias que ganham até 3 salários mínimos, são as mais endividadas: 85%; e 39% destas estão inadimplentes. Os juros continuam altos e a situação ainda pode piorar muito.
Os dados detalhados da saúde financeira do consumidor brasileiro incluem:
Comprometimento de Renda: Em média, as famílias destinam 29,7% dos seus rendimentos mensais apenas para o pagamento de parcelas de dívidas.
O endividamento afeta o psicossocial no trabalho gerando estresse crônico e ansiedade, o que se reflete imediatamente na queda de foco, produtividade reduzida e no fenômeno do presenteísmo (estar fisicamente no trabalho, mas mentalmente ausente). As dívidas criam um ciclo de preocupação que ultrapassa as barreiras financeiras e adentra o ambiente laboral.
Os principais impactos no ambiente profissional incluem:
- Queda de rendimento e concentração: A preocupação constante com contas e cobranças drena a energia mental, aumentando a chance de erros, falhas de memória e atrasos em entregas.
- Problemas de saúde física e mental: O estresse financeiro crônico é gatilho para insônia, irritabilidade, isolamento e até depressão, resultando em mais faltas (absenteísmo).
- Risco de conflitos: A exaustão e a pressão podem deixar o colaborador menos tolerante, prejudicando o relacionamento com colegas, lideranças e clientes.
Devido ao descontrole financeiro dos trabalhadores, as empresas precisam lidar com a queda da produtividade dos colaboradores, a falta de foco, absenteísmos, atrasos e alta rotatividade. A saúde mental dos trabalhadores é fundamental para o sucesso de uma empresa.
O endividamento excessivo causa um efeito dominó que afeta a saúde financeira, a estabilidade emocional e as relações pessoais. Como consequência o adoecimento físico e mental gerado pela ansiedade constante.
Pode gerar medo, vergonha, ansiedade, conflitos familiares, insônia e sensação de perda de controle.
Ter funcionários endividados na empresa traz riscos diretos, como a queda na produtividade (podendo produzir até 15% a menos devido à falta de foco.
Eu como educadora financeira, mentora e especialista em desenvolvimento financeiro e comportamental vejo que neste momento mais do que nunca as empresas precisam tomar providências quanto ao “Risco Psicossocial Financeiro”, que afeta o quadro de funcionários em geral. E é através de programas de orientação eficiente: palestras, workshop e cursos, que levam seus funcionários a um nível de autoconhecimento, a compreenderem melhor as suas finanças, a lidar com o endividamento e a desenvolver uma inteligência emocional, para assim terem uma mudança de mentalidade que levará a um equilíbrio financeiro. Como especialista eu posso ajudar a sua empresa realizando estes programas corporativos, que levarão o seu quadro de funcionários a terem mais qualidade de vida, com um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e sustentável.









