Um novo momento para a Volkswagen de Dois Irmãos! A renovação do branding marca uma nova fase de modernidade e inovação. Juciele Isopo, João Schreiner e Renato Kreuz prestigiaram esse momento especial. Foto: Luísa Rodrigues Gabriel Souza e Grazi Franzen, felizes por receberem apreciadores da boa mesa na primeira edição da Feijoada do Esquina, em um encontro marcado por boa gastronomia, descontração e momentos especiais! Foto: Luísa Rodrigues O presidente do Sindilojas Região das Hortênsias, Sandro Schmidt, em entrevista à comunicadora Dani Fanti durante o Festival de Gastronomia de Gramado, evento que valoriza os sabores e o empreendedorismo. Foto: Luísa Rodrigues Luis Castro aproveitou sua passagem por Gramado para conhecer os encantos da Vinícola Ravanello. Recebido pelo anfitrião Alexandre, teve a oportunidade de degustar diversos rótulos e vivenciar uma experiência especial. Foto: Divulgação Ana Carolina Canalli e Leonardo De Salvo Lanza curtindo momentos especiais no charme e na sofisticação do Soleil Casa Perini, em um cenário que esbanja elegância. Foto: Luísa Rodrigues
Social da Samanta
Ana Paula Oliveira, Sommelière e Embaixadora da Bodega Garzón, esteve no Tango para uma noite muito especial com degustação dos vinhos uruguaios. Na foto, com o proprietário do Tango, RafaelVinicius. Foto: Divulgação Paula Lira prestigiando Sofia Enzweiler e Maria Eduarda Cardoso na inauguração da EleveBronze, um protocolo natural, saudável, prático e seguro já disponível em Gramado na Eleveclin. Foto: Divulgação Paula Krause Corrêa e Carmen Seibt prestigiando evento que anunciou as novidades para a 39ª edição do Sonho de Natal! Foto: Divulgação Jeferson Secco, proprietário da Burger 105, junto da esposa Dra. Simone Chalela, receberam um seleto grupo de criadores de conteúdo para celebrar os dois anos da hamburgueria em Canela! Foto: Divulgação Elas curtiram muito o Rio de Janeiro e celebraram a amizade de uma vida todinha: Josi Voges, Vera Voges, Anna Sofia Schonhorst e Janis Duarte! Foto: Divulgação
D’ALESSANDRO NA ABERTURA DA 6ª COPA GRAMADO LAGHETTO DE FUTEBOL SUB-16
Andrés D’Alessandro na abertura da CopaFoto: Gustavo Meroli De 16 a 22 de outubro acontece em Gramado mais uma edição da Copa Gramado Laghetto de Futebol Sub-16. Na quinta-feira (15) o embaixador da competição, o jogador Andrés D’Alessandro, que fez história no Internacional, esteve na abertura oficial do evento, dando o pontapé inicial juntamente com o prefeito Nestor Tissot. O torneio marca a estreia da nova Arena Gramadense, ainda não completamente concluída. A Copa coloca em evidência jovens atletas que buscam desenvolver suas carreiras e conquistar espaço no cenário nacional. Dez grandes clubes do futebol brasileiros competirão, divididas em duas chaves. No Grupo A estão Grêmio, Atlético Mineiro, Bahia, Santos e Gramadense. Já o Grupo B reúne Juventude, Flamengo, Internacional, Fortaleza e Corinthians. Ingresso e estacionamento gratuitos.
ESTA NÃO É UMA COLUNA SOBRE POLÍTICA
Após o resultado do primeiro turno das eleições, o mercado financeiro fez o chamado rally. A Bolsa disparou, o dólar caiu e os juros futuros recuaram. Foi um movimento expressivo, que chamou a atenção não apenas pela intensidade, mas também pela velocidade com que os preços se ajustaram às novas expectativas. Mas por que isso aconteceu? Para mim, a resposta está na economia. Ou, pelo menos, é por essa lente que costumo enxergar o mundo. Somos constantemente influenciados por vieses cognitivos, atalhos mentais que nos levam a interpretar as informações de acordo com nossas crenças e experiências. Como meu dia a dia é cercado por investimentos, dados e indicadores econômicos, tenho a tendência de procurar explicações nos números para quase tudo. Às vezes, me sinto como o Dwight Schrute, da série The Office, que parece acreditar que seu trabalho como vendedor de papel é a atividade mais importante do mundo. A série é uma caricatura do ambiente corporativo, mas também retrata algo muito humano: a tendência de enxergarmos o mundo a partir da nossa própria realidade. Reconhecer isso é importante, inclusive quando falamos de economia. Feita essa ressalva, voltemos aos números. O mercado financeiro não olha apenas para o presente. Ele tenta antecipar o futuro. E, nesse caso, a leitura de parte dos investidores foi a de que o resultado eleitoral aumentou a possibilidade de uma mudança nos rumos da economia brasileira. A expectativa de maior controle dos gastos públicos, responsabilidade fiscal e previsibilidade econômica ajudou a explicar o movimento. É importante lembrar que estamos falando de expectativas, e não de certezas. O mercado também erra, exagera e muda de opinião. Mas existe uma razão para observarmos suas reações: elas nos ajudam a entender como os investidores enxergam o futuro do país. E por que isso importa tanto? Porque economia não é apenas um conjunto de números apresentados em relatórios. Inflação é a perda do poder de compra de quem vai ao supermercado. Juros elevados são prestações mais caras, investimentos adiados e empresas com mais dificuldade para crescer. Aumento de impostos sem uma contrapartida percebida pela população significa menos dinheiro disponível para quem já precisa fazer escolhas difíceis no orçamento familiar. A economia é a vida real. E é justamente por isso que os números merecem atenção. O endividamento das famílias, as dificuldades enfrentadas pelas empresas e a trajetória da dívida pública são sinais que não podem ser ignorados. É claro que uma eleição não se resume à economia. Segurança, educação, saúde e valores pessoais também pesam na decisão de cada eleitor. Mas seria igualmente ingênuo imaginar que a situação econômica não influencia a percepção da população sobre os rumos do país. O mercado não precisou esperar a posse de um novo presidente para reagir. Bastou a possibilidade de um cenário diferente para que investidores revisassem suas expectativas. Existe uma diferença entre esperar que tudo melhore e perceber que algo pode começar a mudar. No dia seguinte ao resultado do primeiro turno, o mercado não estava comemorando uma economia que já havia melhorado. Estava reagindo à possibilidade de que ela pudesse melhorar. Ou, talvez, simplesmente à expectativa de que os problemas não continuassem se agravando no mesmo ritmo. Isso não significa que teremos juros baixos, crescimento econômico ou contas públicas equilibradas amanhã. Muito menos que os problemas acumulados desaparecerão com uma eleição. O próximo ano deverá ser bastante difícil, independentemente de quem esteja no comando, uma possível recessão é algo provável. A economia não funciona na base do milagre, e os desequilíbrios acumulados levam tempo para serem corrigidos. No fim das contas, não precisamos concordar com as escolhas políticas de ninguém para reconhecer que a economia cobra seu preço quando as decisões são equivocadas. A conta aparece nos juros, na inflação, no endividamento e, principalmente, no bolso de quem trabalha e produz. Como enfatizei no título, esta não é uma coluna sobre política. É uma coluna sobre economia. E, às vezes, basta olhar para o comportamento do mercado para perceber que a expectativa de um caminho diferente já é suficiente para a percepção de melhora. O mercado não faz campanha, não vota e não tem ideologia. Mas, quando milhões de reais mudam de direção em poucas horas, talvez valha a pena prestar atenção ao recado. Por João RichaSócio da Black Investimentosjoao@escritorioblack.com.br
O que é, o que é…
(Entre a cultura e o humor…) As famosas adivinhas (ou charadas) populares, pode-se dizer, se situam na ancestralidade do folclore… Na verdade, suas raízes estão na antiguidade e até os dias de hoje, divertem “ensinando”. O folclorista Hélio Moro Mariante em seu livro “Santa Bárbara, São Jerônimo”, falando de astros e fenômenos atmosféricos, traz alguns exemplos… Além de outros, colhidos ao acaso! – O que é, o que é: quanto mais se olha, menos se vê?(O sol!) – O que é, o que é: curral grande, gado miúdo; moça bonita e homem carrancudo?(O céu, as estrelas; a lua e o sol!) – O que é, o que é: que a gente sente, mas não vê?(O vento!) – O que é, o que é: cai de pé e corre deitada?(A chuva!) – O que é, o que é: o maior pé do mundo?(O pé-de-vento!) – O que é, o que é: quando o marido chega, a mulher sai?(O sol e a lua!) – O que é, o que é: levanta molhado e deita seco?(O sol!) – O que é, o que é: não tem asas, mas “avoa”; não tem boca, mas assobia?(O vento!) – O que é, o que é: tem a idade do mundo, mas nasce todos os meses?(A lua!) – O que é, o que é: quanto mais lava, mais suja fica?(A água!) – O que é, o que é: passa diante do sol e não faz sombra?(O vento!) – O que é, o que é: entra na água e não se molha; entra no fogo e não se queima?(A nuvem!) – O que é, o que é: somos dois irmãos, um branco e outro preto?(O dia e a noite!) – O que é, o que é: que uma árvore diz para a outra?(Nos deixaram aqui plantadas!) – O que é, o que é: respira, sem ter pulmões; tem pés, mas não anda?(A árvore!) Tudo isso e muito mais, nos traz o folclore, hoje pouco lembrado, a comparar com as crianças de ontem! Essas adivinhas, muito comuns e correntes em todo o mundo, se encontram vivas – principalmente – no interior do Rio Grande do Sul… a nossa terra!