Viver mais e envelhecer melhor: porque a cirurgia plástica facial se tornou parte da nova longevidade
O Brasil nunca viveu tanto. Dados recentes do IBGE mostram que a expectativa de vida do brasileiro alcançou 76 anos – 73 para os homens e 79 para as mulheres. Com mais anos de vida e rotinas cada vez mais ativas, cresce também o desejo de que a aparência acompanhe a energia e a vitalidade sentidas por dentro. E é no rosto, onde o tempo costuma aparecer primeiro, que muitos encontram um ponto de conflito entre como se sentem e como se enxergam.
A partir dos 50 anos, rugas mais profundas, flacidez e mudanças de volume tornam-se inevitáveis. Essas transformações têm levado um número crescente de pessoas a buscar soluções capazes de alinhar a própria imagem ao estilo de vida que mantêm. Entre elas, a cirurgia plástica facial tem ganhado protagonismo – não como um ato isolado, mas como parte de um planejamento de envelhecimento saudável.
Para entender essa mudança de comportamento, o jornal Nova Época entrevistou o cirurgião plástico Dr. José Horácio Aboudib, referência nacional em rejuvenescimento facial. Com mais de 10 mil cirurgias realizadas, membro titular da Academia Nacional de Medicina e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o médico hoje reside em Gramado, na Serra Gaúcha, onde atende pacientes de todo o país e também mantém consultórios no Rio de Janeiro e em Brasília.
“A cirurgia deixou de ser vista como algo excepcional e passou a fazer parte do envelhecimento planejado.”
Segundo ele, a longevidade vem transformando a relação das pessoas com a cirurgia facial.
O conceito de “uma única cirurgia para toda a vida” já não acompanha o ritmo de quem vive mais e permanece ativo por muito mais tempo. O lifting facial, explica, não interrompe o processo natural de envelhecimento, mas suaviza seus sinais de forma duradoura, com resultados que podem permanecer entre 10 e 15 anos.
“A face continuará envelhecendo após o procedimento; a cirurgia não para o tempo. Assim, intervenções ao longo da vida são cada vez mais comuns, e não representam exagero.”
A popularização dos tratamentos minimamente invasivos também trouxe dúvidas. Muitos pacientes chegam ao consultório após frustrações com técnicas superficiais ou modismos. Para o especialista, há dois princípios inegociáveis em uma boa cirurgia de face: naturalidade e durabilidade. “Miniliftings ou técnicas mais fáceis de executar não entregam os mesmos resultados. E, na minha visão, o custo-benefício dos procedimentos minimamente invasivos não se compara ao de uma cirurgia bem feita.”
Sobre limites de idade, Dr. Horácio é categórico; quem determina a possibilidade da cirurgia é a saúde, não o calendário. Ele já realizou procedimentos em pacientes de 80 anos com excelente condição clínica e recusou cirurgias em pessoas de 60 com saúde fragilizada. Avaliações rigorosas com clínico ou cardiologista são indispensáveis.

Para quem pensa em passar por uma cirurgia de rejuvenescimento facial, o conselho do especialista é claro. “Escolha um cirurgião com experiência comprovada em face e que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. E jamais decida baseado em propaganda ou preço baixo”.
“Já operei pacientes aos 50, depois aos 65 e novamente aos 80. Isso é planejamento, não excesso.”
“Em um país que envelhece mantendo o ritmo, a cirurgia facial deixa de ser um tabu e assume seu espaço como ferramenta de autoestima, bem-estar e qualidade de vida, acompanhando, com responsabilidade, o desejo de viver mais e envelhecer melhor.”
DR. JOSÉ HORÁCIO ABOUDIB
Consultas em Gramado:
Clínica Mobiclin
Rua Emílio Leobet, 60 – Gramado – RS
Fones: (54) 3286-0897 | (54) 99422-1551
Site: www.aboudib.com.br
Instagram: @josehoracioaboudib









