João-de-barro sem sua casa,
um churrasco sem brasa,
sou eu, assim sem você.
Um São João sem a fogueira,
um galpão sem mangueira,
sou eu, assim, sem você.Oratório sem imagem,
um peão sem coragem,
sou eu, assim, sem você.
Uma Lenda sem Negrinho,
mate doce sem bolinho,
sou eu, assim, sem você.Tirana sem sarandeio,
a chula sem sapateio,
sou eu, assim, sem você.
Um laço sem a presilha,
a tradição sem família,
sou eu, assim, sem você.Fogueira sem foguete,
rodeio sem ginete,
sou eu, assim, sem você.
Afilhado sem padrinho,
abraço sem carinho,
sou eu, assim, sem você.Mas nada disso é assim, / você está junto de mim…E quero pra hoje e sempre, / o maior dos presentes:eu e você, sempre assim!!!
(Versos de autoria deste peão, baseado na canção “Fico assim sem você”, de Abdullah e Cacá Moraes e sucesso nas gravações de Claudinho & Buchecha e Adriana Calcanhotto).
Neste 8 de março (amanhã) – Dia Internacional da Mulher – um abraço à minha prenda Solange. E, por extensão, a todas as prendas do Rio Grande do Sul… a nossa terra!









