Nesta semana, encartado no Nova Época vem o meu caderno de gastronomia preferido: o Nova Gastrô trazendo as “delícias que contam histórias” repleto de novidades e informações sobre os lugares e pessoas que fazem a nossa Região se projetar ainda mais turisticamente.

No cenário do turismo contemporâneo, a gastronomia passou de mera coadjuvante a protagonista. A experiência de uma viagem já não se limita à contemplação de paisagens ou monumentos; ela é profundamente enriquecida pela jornada de sabores que uma região oferece. E Canela soube encontrar esse caminho. Uma cidade ou país que investe na sua culinária como pilar de atração turística alimenta também a memória e a emoção de seus visitantes.
O que faz um turista querer voltar a um destino? A resposta não está em um único atrativo, mas na sua diversidade e profundidade. A gastronomia é um dos pilares mais poderosos para essa repetição de visita. Um destino que oferece um espectro amplo de experiências culinárias — do mercado vibrante e popular ao restaurante de alta gastronomia, da comida de rua autêntica às inovações gastronômicas – é um convite ao retorno. A Serra Gaúcha oferece uma infinidade de convites imperdíveis e Canela se supera a cada dia.
A tradição do assado do La Estación, a mistura de sabores e cultura do Empório Canela, o charme do Magnólia, o premiado Pâtissier Bruno Silvestrin do Ginger, a arte de fazer massas do Paulo André do Pappardelle, e do pioneirismo Pasteleiro misturando arte e memórias, a experiência inesquecível do Vivamo da Chef Glau Zoldan, o restaurante Piño do Jangal das Araucárias Design Hotel celebrando com maestria as raízes regionais que somados ao Libanês do Alexandre Chemale e ao Yume da família Santos que fazem os clientes viajarem por culturas internacionais, são uma prova do sucesso da gastronomia em Canela e estão neste Caderno para você conferir.

Cada nova visita se torna uma oportunidade de descobrir um sabor diferente, uma textura inesperada, um novo estabelecimento que conta uma nova história.
Essa diversidade não é apenas uma questão de quantidade, mas de autenticidade. O turista moderno busca uma conexão genuína com a cultura, e a mesa é, talvez, o lugar onde essa conexão se manifesta de forma mais íntima. Ao sentar-se em um café onde os moradores se reúnem, ao provar um prato preparado com ingredientes locais, o visitante se sente parte daquele lugar, não apenas um observador, assim quando ele retorna, não é apenas para revisitar um lugar, mas para reencontrar um sabor, um aroma, uma memória que o tocou de uma forma particular.
O sucesso de um destino turístico hoje se mede não apenas pelo número de visitantes, mas pelo número de corações que ele conquista, e como já diziam nossas avós, não há caminho mais direto para o coração do que o paladar!









