As borbulhas no mundo do vinho têm seus amantes. Os vinhos espumantes – isso mesmo, é ‘o’ espumante, porque ele é um vinho. Os vinhos que não são espumantes, ou seja, que não têm borbulhas, são chamados de tranquilos.
Mas voltando, os vinhos espumantes são sinônimo de celebração, mas têm conquistado cada vez mais lugar em outros momentos também. Mesmo assim, tem muita confusão na hora de decidir qual pedir ou comprar. Então a gente vai dar uma mãozinha por aqui.
Começando pelo processo de produção, os espumantes podem ser feitos pelo método Champenoise, que também pode ser chamado de tradicional, ou pelo método Charmat. A principal diferença é que no método tradicional a segunda fermentação, aquela que é responsável por criar e reter as borbulhas, acontece dentro da garrafa. Já no método charmat, esse processo é feito em tanques pressurizados. Geralmente, a diferença no resultado final é que o método tradicional garante complexidade e finesse, enquanto o método Charmat traz mais frescor e fruta.
Outra informação que é sinônimo de confusão no mundo dos espumantes é o nível de açúcar: nature, extra-brut, brut, demi-sec, doce… Todos esses termos se referem ao teor de açúcar do espumante. Depois de fermentar duas vezes, os produtores utilizam o chamado licor de expedição com uma dose definida de açúcar. É nesse momento que será definida a classificação do vinho. O estilo Nature é o mais seco, com adição máxima de 3g por litro. Já o demi-sec, por exemplo, pode ter entre 20g e 60g de açúcar a cada litro. Então já sabe, para escolher o seu, leve em conta seu paladar e também com o que irá harmonizar.
Para dar aquela mãozinha, a gente separou algumas indicações:
Para quem tem bom gosto e não gosta de arriscar
Avemaria Brut Rosé método tradicional
R$ 144

Para os amantes do café sem açúcar e do chá de boldo
Garibaldi VG Blanc de Blanc Nature método charmat
R$ 79,90

Para quem acha que a vida já é amarga demais
Pizzato Fausto Demi-Sec método tradicional
R$ 95










