Tempos de Acampamentos (lembro bem)…
Na década de 1970/80, o Governo do Estado promovia, através de sua Secretaria de Estado do Turismo, os “Acampamentos Gaúchos” em várias cidades do Brasil (São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador…) com o objetivo de divulgar o Estado como um todo, principalmente suas tradições e seu folclore.
Eu mesmo participei em São Paulo e Rio de Janeiro, com alguns membros do nosso C.T.G. Querência.
Tempos de Congressos…
Década de 1980. Em um Congresso Tradicionalista, um congressista critica outro, por estar usando uma pasta executiva (as chamadas “James Bond”), “moderna” ao seu ver, pois ele usava sua “mala de garupa”, etc, etc, etc…
O afrontado, então pergunta-lhe como viajou para o último Acampamento Gaúcho (realizado em Salvador/BA), e a resposta:
– Como todos os outros, de avião!
Conclusão do primeiro:
– Por que o amigo não foi de carroça!…
Risada geral!!!
Tempos antigos…
Um gaúcho nas lidas ao campo, chegando perto do meio dia, faz um fogo, atropela um touro, laçando e derrubando-o. Logo maneia, castra o animal, volta ao fogo e desencilha.
Prepara um chimarrão enquanto os bagos (testículos) fritam na brasa pura. Depois de saborear a iguaria, toma um traga de canha (para digestão), encilha e continua o trabalho!!!
Tempos atuais…
Mais precisamente, na metade do dezembro último, saboreei uns bagos de touro e, por falta de fogo de chão, foram assados numa Air Fryer…
Coisas do tempo e da tecnologia!
E falando em touros (capados ou não!), ganhei do meu amigo Diego (que tem participação no livro!), a obra abaixo: “O Gado Franqueiro do Rio Grande do Sul”, da jornalista Alessandra Rech…

O touro da capa do livro representa a mais pura raça do gado franqueiro – um dos animais símbolos do Rio Grande do Sul… a nossa terra!
Nota: começamos a elaborar o livro “Além do churrasco…” que será o 2º volume de uma futura “trilogia” sobre a culinária campeira e o churrasco!









