É véspera de eleição. Impossível não falar sobre o assunto.
O exercício da cidadania pode ocorrer de várias formas. Participando de audiências públicas, integrando conselhos municipais, entre outras possibilidades. A ação mais comum é o ato de votar nas eleições. Este domingo é o dia de exercermos nossa cidadania, escolhendo nossos gestores e administradores estaduais e federais.
Políticos não nascem nos cargos, nós os elegemos e os colocamos lá. Por isso teremos a oportunidade de rejeitar os maus políticos e escolher pessoas melhores e mais capacitadas. Votar nulo ou em branco não resolve nada. São opções de votos inválidos que são descartados. Voto em branco pode significar que qualquer candidato serve. Voto nulo pode significar que nenhum candidato serve. Embora sejam opções à disposição do eleitor, essa omissão tira a razão para críticas posteriores.
O mesmo vale para a abstenção. Quem fica em cima do muro leva pedrada dos dois lados. Vender o voto é a pior das atitudes, além de ser crime eleitoral. É triste ver candidatos se aproveitarem da miséria alheia. O cidadão precisa deixar de ser o problema para ser a solução. É preciso analisar bem, pois uma escolha errada permanece por quatro anos. Se a situação política, econômica e institucional está ruim, boa parte da culpa é nossa, pois escolhemos mal. Somos uma democracia recente e precisamos aprender com os nossos erros.
O exercício da cidadania deve ser constante até conseguirmos melhorar nossas escolhas. O castigo de quem não gosta de política é ser governado pelos que gostam. As atitudes dos políticos refletem as ações de seus eleitores. E para começar é simples, escolha um candidato que tenha o caráter parecido com o seu.




