Será que ela existe?
Quando a questão é a dificuldade financeira, como dívidas e a falta de dinheiro, somos bons em transferir a culpa pela situação em si: para o conjugue, a empresa, a crise, o governo, enfim. E quando a questão é saber gerar, cuidar, multiplicar e administrar o dinheiro, também costumamos nos eximir das responsabilidades que nos cabem.
As vezes somos bons em gerar recursos financeiros, despendo conhecimento, estratégias, tempo e energia para isso, entre outras coisas, mas não sei cuido como deveria, e ele, o dinheiro, acaba desaparecendo depressa. Por outro lado tem pessoas que sabem gerar e cuidar, mas negligenciam a multiplicação, que é um princípio básico para a prosperidade financeira.
Como quando eu sei que tenho que gerar mais dinheiro, pois as minhas despesas requerem um aumento de faturamento ou uma renda extra, e acabo deixando passar meses e até anos, sem tomar nenhuma atitude em relação a isto, sem iniciativa, até me ver endividado. E quando a situação fica insustentável, começo a perder o sono, ter ansiedade, perder a calma, ficar improdutivo, pois só consigo pensar em como vou sair dessa. Todas essas situações citadas acima foram criadas por nós mesmos, essa é a famosa auto sabotagem financeira, não damos a devida atenção ao dinheiro.
Talvez porque pensamos que vai dar um pouco de trabalho aprender a administrar a minha vida financeira, organizar e planejar, ou porque parece que as finanças podem andar sozinhas, por um tempo parece até confortável não analisar as receitas e despesas, e não planejar, mas logo a “conta” chega. E essa “conta”, costuma ser alta, o meu descaso com as minhas finanças, a minha auto sabotagem financeira, pode ter sérias consequências, que vai do desequilibro emocional, separação conjugal, perda emprego e de bens.
Podemos evitar tudo isso, começando por assumir as nossas responsabilidades com as nossas finanças, encará-las de frente, pedir ajuda se necessário, conversar sobre a situação com quem está envolvida nela, família, sócios, com quem pode ajudar.
Se não sabes como fazer, procure aprender, busque conhecimento, se for necessário, reveja despesas. Independentemente do valor da sua renda e da sua formação, da sua profissão, todos nós temos que entender o básico de finanças, para poder além de registrar, organizar e planejar. Buscar conhecimentos, desenvolver habilidades para administrarmos com eficiência as nossas finanças, nos levará a ter liberdade de escolhas, não ser escravo e refém de um trabalho que não gostamos, a termos mais tempo de qualidade, ter liberdade de escolhas, e uma vida equilibrada e próspera.









